segunda-feira, maio 16

Criaturas Que Não Deveriam Ser Gigantes

O ser humano tem um relacionamento de amor e 'ódio' com a natureza. Simplesmente não gostamos de coisas grandes e assustadoras mas adoramos coisas pequenas e felpudas.
E o que acontece, então, quando coisas pequenas e assustadoras, que pensávamos ter controle, crescem demais? O caos se instala. Coisas inaceitáveis como aranhas maiores que 20cm estavam no plano divino? Não! Há algo por trás desses pequenos 'monstros', algo terrível e curioso.
Você encontrará aqui 8 versões gigantes de criaturas que eram para ser pequenas, se possível minúsculas.

Boa sorte!


Começarei a portar a partir de amanhã.


Fonte: O Verso do Inverso - blog

Narval, o Unicórnio Aquático


Nome Científico: Monodon monoceros
Esse animal tem de 4 a 5 metros e pesa aproximadamente 1,5 toneladas.
Tem uma presa em espiral, que na verdade é um dente avantajado. É como um unicórnio obeso que sabe nadar.

A presa, que parece um chifre, tem normalmente 3 metros de tamanho.
E essa presa é cheia de terminações nervosas, que faz com que o Narval sinta qualquer movimento.
Os narvais eram e são caçados ainda hoje por causa do marfim de suas presas, que podem valer muito no mercado. A caça de narvais no Canadá é permitida mas com algumas restrições.
Na antiguidade, as presas dos narvais eram conservadas como falsa prova de que Unicórnios existiam, e acreditava-se que elas tinham poderes mágicos e curativos.

Um vídeo para quem quiser ver os Narvais em seu hábitat:

domingo, maio 15

Deserto do Atacama


O Deserto do Atacama é conhecido como o mais árido do mundo. Situado no norte do Chile, abriga regiões onde jamais houve registros de chuva. 


A umidade relativa do ar no Deserto do Atacama é tão baixa que a nitidez com que se pode observar o céu fez do lugar o preferido no mundo para observações astronômicas. Sua extensão, de aproximadamente 200 Km, abriga um cenário único, com inúmeras atrações. 

Outras áreas abrigam lagoas coloridas, salinas, gêiseres, vulcões, até vales verdejantes, entre os canyons por onde passam riachos de água cristalina. 

Além das belezas naturais, o Deserto do Atacama guarda interessantes legados históricos e arqueológicos. Os mais impressionantes são as múmias achadas, e existem também ruínas de antigas civilizações.

Criaturas Marinhas Brilhantes

O fotógrafo Joshua Lambus, de 25 anos, costuma documentar minúsculos animais marinhos luminosos no Mar do Havaí durante mergulhos em águas profundas na região

Um pequeno peixe da família Blenniidae // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
A coleção impressionante de imagens produzidas por Lambus inclui águas-vivas, polvos, lulas, camarões e diversos tipos de peixes brilhantes. Boa parte deles tem até quatro centímetros de comprimento.
Os animais foram encontrados a grandes profundidades na costa da ilha Havaí, a maior do arquipélago.
Segundo Lambus, as fotos são tiradas em mergulhos noturnos. De barco, ele vai até cerca de cinco quilômetros longe da costa e mergulha na completa escuridão.
O fotógrafo acumula imagens feitas durante mais de 400 mergulhos em águas profundas.
Ele diz que "falta de luz e de referências é o mais próximo que posso imaginar de estar no espaço"

Lula Luminosa
Uma pequena lula, que mede cerca de 2,5 centímetros // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
Uma pequena lula, que mede cerca de 2,5 centímetros
A impressionante coleção de imagens de Lambus inclui águas-vivas, polvos, lulas, camarões e diversos tipos de peixes.

Cores Naturais
Uma lesma-do-mar com cerca de 3 centímetros // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
Uma lesma-do-mar com cerca de 3 centímetros
Segundo o fotógrafo, as cores que aparecem nas fotos são as cores das pigmentações naturais dos animais, refletidas na imagem. 

Braços Grandes
A imagem mostra um polvo brilhante de tentáculos compridos // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
A imagem mostra um polvo brilhante de tentáculos compridos
Em mais de 400 mergulhos, o fotógrafo acumulou centenas de fotos raras de animais.

Do Fundo do Mar
Um animal conhecido em inglês como 'bobtail', que mede quase 2 centímetros // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
Um animal conhecido em inglês como 'bobtail', que mede quase 2 centímetros
Lambus é especialista em fotografar criaturas marinhas em águas profundas. 

Formas Inusitadas
Um peixe não-identificado // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
Um peixe não-identificado
Lambus diz que gosta de fotografar em águas profundas porque a 'falta de luz e de referências' é o mais próximo que ele pode imaginar de estar no espaço. 

Fotos a Noite
Um peixe não-identificado // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
Um peixe não-identificado
O fotógrafo, de 25 anos, sai de barco à noite e para a uma distância de cerca de 5 quilômetros da costa. Ali, ele desliga o motor da embarcação e mergulha. 

Quase Invisível
Um ser com cerca de 1 cm de diâmetro // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
Um ser com cerca de 1 cm de diâmetro
Durante o mergulho, as luzes do barco de Lambus ficam desligadas para que ele fotografe animais pequenos com mais facilidade. 

Simbiose Subaquática
Um ser com um camarão pendurado em sua lateral // Joshua Lambus/Solent (Joshua Lambus/Solent)
Um ser com um camarão pendurado em sua lateral
O fotógrafo ficou famoso depois de capturar imagens raras de um polvo minúsculo. Era a segunda vez que o animal era fotografado. 

Fonte: BBC

Sapo-Flecha-Venenosa-Azul


Sapo-flecha-venenosa-azul pode ser encontrado no Suriname e carrega toxinas em sua pele. Seu nome científico é Dendrobates azureus e ele vive até seis anos na natureza.

sapo-flecha-venenosa-azulEle mede não mais do que cinco centímetros e carrega uma substância que pode paralisar.

Bonito para os humanos, o sapo-flecha-venenosa-azul usa a cor como estratégia para se manter vivo.

Enquanto muitos animais se escondem para preservar a vida, este anfíbio faz o contrário --uma atitude "excêntrica" na natureza.

Segundo especialistas, sua pele de um azul vivo (cor pouco comum entre os animais) com manchas pretas tem a função de avisar que ele não deve ser tocado, pois carrega toxinas na pele.
Também conhecido no Suriname como okopipi, o animal vive em áreas úmidas e escuras, como pedras próximas a leitos de rios em florestas.



Fonte: Folha Online