sábado, maio 21

Criaturas Que Não Deveriam Ser Gigantes #3



Coelho gigante da Alemanha (sem nome científico ainda)
O maior coelho do mundo

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Como assim?
Ele tem 10kg, mais que o dobro do peso de um coelho comum. Para exemplificar: a cabeça dele tem o tamanho de um coelho doméstico.
É resultado de uma criação de um alemão chamado Karl Szmolinsky.
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Foram criados com a intenção de que produzissem carne e pele em abundância, mas cairam no gosto popular e muitas pessoas, nos EUA principalmente, comprar esses coelhos como animais de estimação.
Eles comem tanto que o criador teve que diminuir sua produção por não ter dinheiro suficiente para alimentar todos adequadamente.

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Isso aí morde?
Não, eles são coelhos comuns, só que gigantes, simples. O fato mais curioso é que esses coelhos estão sendo usados como uma forma de combater um problema persistente na Coréia do Norte: a fome.

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O Sr. Karl, criador, foi contratado pelo governo da Coréia do Norte para orientar uma criação de coelhos gigantes, sendo que o único objetivo é alimentar a grande parcela da população que sofre com a miséria.
 

quinta-feira, maio 19

A Luz dos Vagalumes


Vaga-lumes ou pirilampos são insetos das famílias Elateridae, Fengodidae ou Lampyridae muito conhecidos por sua bioluminescência, isto é, sua capacidade de produzir e emitir luz. Essas espécies são dotadas de órgãos fosforescentes na parte inferior de seus segmentos abdominais, responsáveis pelas emissões luminosas.

A bioluminescência é causada pela transformação da energia química em energia luminosa. Esse processo, chamado de "oxidação biológica", permite que a energia luminosa seja produzida sem que haja a produção de calor. Esse processo ocorre da seguinte maneira: uma molécula de luciferina é oxidada, formando uma molécula de oxiluciferina; quando essa molécula perde sua energia, emite a luz. 



Esses insetos possuem total controle sobre a emissão de luz, uma vez que o tecido que provoca essa emissão é ligado à traquéia e ao cérebro do vaga-lume. O inseto usa sua bioluminescência para chamar a atenção de seu parceiro ou parceira, por isso, essa habilidade é muito importante no processo de reprodução dessas espécies. Nesse sentido, a iluminação artificial das cidades, que é mais forte, anula a bioluminescência dos vaga-lumes, afetando diretamente o seu processo de reprodução.

quarta-feira, maio 18

Plantas Carnívoras



As plantas carnívoras são fruto da evolução de certas espécies que buscaram uma forma de sobreviver nos solos pobres em nutrientes orgânicos. Essas plantas passaram a retirar do ambiente o complemento alimentar que a terra não lhes fornecia. As primeiras plantas carnívoras que surgiram na Terra desenvolveram métodos para aprisionar e digerir animais e, assim, utilizar suas proteínas - ricas em nitrogênio - como fonte de nutrientes. Estima-se que isso tenha ocorrido há cerca de 65 milhões de anos - na época dos dinossauros.

Criaturas Que Não Deveriam Ser Gigantes #2

Salamandra Chinesa Gigante (Andrias davidianus)

Como assim?
São os maiores anfíbios conhecidos atualmente e sua aparência pré-histórica não é a toa, elas realmente são muito antigas.
Eles podem viver por até 50 anos em cativeiro.
Ao contrário de seus minúsculos parentes, as salamandras chinesas gigantes podem chegar a até 1.80m e 30kg.


Elas estão a beira da extinção e crescem cada vez menos, sendo muito raro chegar ao tamanho máximo. 

Isso aí morde?
Ainda que assustadora no tamanho, ela não traz nenhuma ameaça ao ser humano. Sua dieta é composta de camarões, carangueijos, insetos, peixes e sapos. 

A razão de estar quase extinta é a procura capitalista por remédio e comida que essa salamandra em especial pode oferecer. A poluição dos rios também tem uma boa fatia de culpa, e apesar de ser uma espécie protegida, ainda hoje é caçada para comer/vender.


terça-feira, maio 17

Peixe-Folha

 (Monocirrhus polyacanthus) 

 Ele não só parece uma folha, como o nome sugere. Ele parece um folha morta caída, em decomposição, levada pela correnteza por mero acaso, o que ajuda os predadores a não se importarem com sua presença. 

Ele vive na água doce e mede cerca de 12cm. Sua coloração vai de marrom até amarelo pálido e usa seu mimetismo tanto para se defender, quanto para caçar.